ÁGUIA – Consultoria Hoteleira Especializada

Dificuldades são para Profissionais

Trabalhar com turismo exige um olhar direcionado para oportunidades

Rodrigo Silvestre, Economista do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade

Rio – Trabalhar com turismo exige um olhar direcionado para oportunidades. A Copa do Mundo de 2014 é uma delas. Se você é do ramo da hotelaria aproveite linhas de crédito abertas em função da competição.

PERGUNTA E RESPOSTA

Tenho uma pousada na Região dos Lagos do Rio. Desejo reformá-la e modernizá-la. Onde posso obter sugestões e financiamento ? Lúcio Costa Barros, por e-mail

A modernização de um negócio do setor de serviços passa fundamentalmente pela reestruturação do modelo de gestão. Existem formas de organizar a prestação de serviços turísticos aos seus hospedes e ouvi-los para aprimorar a qualidade do serviço. Esses modelos prestam-se para reduzir os desperdícios, melhorar o controle financeiro e administrativo, etc.

Outro ponto é a existência de linhas de financiamento como o BNDES Finem para apoiar o Complexo Turístico Nacional, incluindo empreendimentos de infraestrutura, serviço turístico e ecoturismo em áreas de preservação ambiental. Essa é uma linha de financiamento para projetos superiores a R$ 10 milhões.

Outro programa específico para seu segmento é o Programa BNDES de Turismo para a Copa do Mundo de 2014 – BNDES ProCopa Turismo. Seu objetivo geral é financiar a construção, reforma, ampliação e modernização de hotéis, para aumentar a capacidade e a qualidade de hospedagem em função da Copa de 2014. O programa oferece condições especiais de financiamento aos empreendimentos hoteleiros que obtenham certificações de sustentabilidade ou de eficiência energética.

25/03/2010 Posted by | Aguia | , , , , | Comentários desativados em Trabalhar com turismo exige um olhar direcionado para oportunidades

A conta da licença-maternidade

Autor(es): Amauri Segalla
Isto é Dinheiro – 16/02/2010

Um dos mais importantes pensadores do século XX, o alemão Albert Hirschman desenvolveu uma teoria para explicar os fenômenos sociais. Chamada de “efeito perverso”, ela defende a ideia de que, antes de ser implementada, qualquer política pública deve avaliar os impactos negativos que a medida pode causar. Segundo Hirschman, boas intenções muitas vezes desencadeiam resultados desastrosos – é o tal do efeito perverso. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. Segundo o texto da proposta, têm direito ao benefício as mães biológicas e as adotivas.

Numa análise superficial, de caráter emotivo, a iniciativa parece uma dádiva. Não há mãe que não queira passar mais tempo com os filhos e, claro, receber por isso. Eis aqui o problema que surge numa avaliação mais atenta. Alguém precisa pagar a conta. De imediato, a fatura recai sobre as finanças públicas. Segundo a Receita, a licença-maternidade custará R$ 414 milhões para o governo, número que corresponde ao valor que os empregadores poderão abater da declaração do Imposto de Renda. Até aí, tudo bem. É papel do Estado oferecer a seus cidadãos – e pagar por isso – programas sociais que melhorem a qualidade de vida das pessoas.

O problema é outro. A fatura, na verdade, será apresentada às empresas. Graças à mão pesada do Estado, os custos inerentes ao trabalho são muito altos no Brasil. Eles estão entre os maiores do mundo e superam de longe o que é praticado em países emergentes. Não é novidade para ninguém que o Brasil tem uma legislação protecionista em relação ao trabalhador, observação que a licença-maternidade estendida ajuda a legitimar. Comparações com outras nações comprovam isso. Nos Estados Unidos, a licença-maternidade é de três meses, mas com uma enorme diferença: as trabalhadoras não são remuneradas durante o período. Na Austrália, país reconhecido pelos altos índices de desenvolvimento humano, o tempo é de 13 meses. Também sem pagamento.

Empresas, como se sabe, vivem para ganhar dinheiro. Se há o risco de as companhias terem algum prejuízo ao proporcionar o benefício às mulheres, é fácil de se imaginar o que as corporações podem fazer: elas simplesmente deixam de contratá-las. É aqui que o efeito perverso confirma toda a sabedoria de Hirschman. Nascida com a mais autêntica das boas intenções, a lei-maternidade pode se voltar contra as pessoas que ela pretende proteger. Na hora de decidir a contratação, considerando dois indivíduos com os mesmos atributos, a empresa vai escolher um homem ou uma mulher que ainda pode ter filhos? Os ingênuos dirão que nenhum gestor realmente comprometido com o bem-estar da sociedade vai levar isso em consideração. Os mais pragmáticos entenderão que elas vão, sim, ser discriminadas (como, aliás, já são em muitas corporações. Basta dar uma espiada no número de chefes do sexo feminino que estão à sua volta). Hirschman, que de perverso não tinha nada, estava certo.

16/03/2010 Posted by | Administração, descaso, desconhecimento, desinteresse, Falta de Conhecimento. | , , , , , , | 1 Comentário

Grande Hotel ficará fechado por dez dias

Grupo Tauá paralisa as atividades entre os dias 15 e 25 para treinamento da equipe e apresentação da cultura da empresa aos colaboradores. Leia Mais
última alteração: 10/03/2010

11/03/2010 Posted by | Administração, Administração Hoteleira, Treinamentos, Turismo | , , , | Comentários desativados em Grande Hotel ficará fechado por dez dias

Vai tudo dar certo, mas é porque nós estamos finalmente mandando no Brasil!

Por: Rodrigo Barros

Divulgação Rodrigo Corrêa de Barros é publicitário e planejador do mercado imobiliário, diretor da Cross Marketing

Tanto a frágil estrutura política brasileira, comandada por um congresso de inertes e inúteis, quanto nosso carismático Presidente, têm menos mérito do que desejam fazer parecer quando o assunto é a razão pela qual o Brasil está, neste momento, sob os holofotes mundiais.

Ocorre que a complexa economia mundial precisa expandir-se, precisa ampliar seus mercados de atuação para então recomeçar a conquista por novos pontos de venda.  Sim, trata-se obviamente de uma questão de marketing. E como somos um povo que consome, logo, somos também um ótimo alvo, ou o ‘target’, como se dizia nos anos noventa.

Lula é um iluminado, ninguém duvida, mas está longe de ser o melhor presidente que o Brasil já teve! Eu o vejo figurar entre alguns dos piores, basta, para isso, que o avaliemos sob a ótica dos fundamentos da administração: durante quase oito anos jogamos no lixo as chances de projetar e construir um país muito mais forte, mais vibrante, mais rico, menos corrupto e menos desorganizado. Em verdade crescemos menos do que era possível – se fosse um executivo, Luiz Inácio teria sido demitido por não aproveitar o potencial total disponível no mercado.

Tímido, sem rumo e muitas vezes incompetente ao extremo, o Governo perdeu oportunidades raras, ficou devendo iniciativas em todas as frentes nas quais diz ter atuado bem e covardemente fugiu das mudanças legislativas, judiciárias e tributárias vitais, que representam o pensamento do brasileiro contemporâneo. As mínimas mudanças que se permitiu empreender foram resultado do brado retumbante dos empresários e do povo, que começam a mostrar pelo modelo “nós trabalhamos, vocês vivem bem”…

Como nunca na história de nossas margens plácidas tivemos algo de bom e duradouro, estávamos contentes até descobrir a inquietude que deixa transparecer aquilo que no fundo todo mundo, intimamente, já sabia: podíamos ter feito ao quadrado!

Imito o nobre líder da Nação, em futebolês claro: “cabia uma goleada e ficamos no um a zero mesmo que tá bom!”

No mercado de imóveis, da incorporação e das empreitas de grande porte a aposta foi medíocre diante daquilo que já era possível fazer desde o último dia da gestão FHC, mas as consequências são extraordinárias mesmo assim e dentre elas descobre-se que o valor nominal do Brasil aumentou através da valorização de terrenos urbanos, fazendas, apartamentos, casas, lojas e chácaras.

A produção imobiliária, em ritmo crescente desde maio de 2007, empregou sem titubear, mesmo no auge da crise mundial. A compra do imóvel agora é favorecida por um estoque adequado à demanda, com preços justos

tanto para quem constrói quanto para quem compra. O estoque imobiliário está perfeitamente alinhado tanto à capacidade de absorção do mercado, quanto ao repasse de financiamentos bancários, que tende a ter sucessiva supressão das taxas de juros e ainda mais flexibilidade e segurança nos contratos, o que oferece ao comprador a certeza de conseguir quitar o tão sonhado patrimônio. O momento nunca foi tão oportuno para a compra de imóveis, para a realização de investimentos imobiliários diversos, que vão desde a casa para morar, até o pequeno apartamento ou escritório para fazer renda.

Os verdadeiros atores da economia – leia-se o empresariado – buscam na produção, a redenção pelos anos de investimento hercúleo e sucessivo, no qual o ‘sócio’ aparecia sempre para tomar sua parte no lucro. Suas conquistas territoriais são também garantia de geração de volume de empregos que, nesta velocidade de avanço, irão dar fim aos vergonhosos planos de assistência social, representados pelo indecente ‘Bolsa Família’.

Resta imaginar se quando houver emprego e acesso à saúde, moradia e cultura para a maioria dos brasileiros poderemos, enfim, interferir no sistema e assumir a administração completa de nosso país, hoje largado aos

oportunistas amadores que se plantam como geniais homens de bem.

…Mas não esqueçamos que a falta de melhores opções à Dilma é, também, responsabilidade nossa! •

Ele escreveu e a revista: Imóvel Magazine, Publicou.

01/03/2010 Posted by | Administração, Etiqueta | , , , | 1 Comentário