ÁGUIA – Consultoria Hoteleira Especializada

Dificuldades são para Profissionais

Vai tudo dar certo, mas é porque nós estamos finalmente mandando no Brasil!

Por: Rodrigo Barros

Divulgação Rodrigo Corrêa de Barros é publicitário e planejador do mercado imobiliário, diretor da Cross Marketing

Tanto a frágil estrutura política brasileira, comandada por um congresso de inertes e inúteis, quanto nosso carismático Presidente, têm menos mérito do que desejam fazer parecer quando o assunto é a razão pela qual o Brasil está, neste momento, sob os holofotes mundiais.

Ocorre que a complexa economia mundial precisa expandir-se, precisa ampliar seus mercados de atuação para então recomeçar a conquista por novos pontos de venda.  Sim, trata-se obviamente de uma questão de marketing. E como somos um povo que consome, logo, somos também um ótimo alvo, ou o ‘target’, como se dizia nos anos noventa.

Lula é um iluminado, ninguém duvida, mas está longe de ser o melhor presidente que o Brasil já teve! Eu o vejo figurar entre alguns dos piores, basta, para isso, que o avaliemos sob a ótica dos fundamentos da administração: durante quase oito anos jogamos no lixo as chances de projetar e construir um país muito mais forte, mais vibrante, mais rico, menos corrupto e menos desorganizado. Em verdade crescemos menos do que era possível – se fosse um executivo, Luiz Inácio teria sido demitido por não aproveitar o potencial total disponível no mercado.

Tímido, sem rumo e muitas vezes incompetente ao extremo, o Governo perdeu oportunidades raras, ficou devendo iniciativas em todas as frentes nas quais diz ter atuado bem e covardemente fugiu das mudanças legislativas, judiciárias e tributárias vitais, que representam o pensamento do brasileiro contemporâneo. As mínimas mudanças que se permitiu empreender foram resultado do brado retumbante dos empresários e do povo, que começam a mostrar pelo modelo “nós trabalhamos, vocês vivem bem”…

Como nunca na história de nossas margens plácidas tivemos algo de bom e duradouro, estávamos contentes até descobrir a inquietude que deixa transparecer aquilo que no fundo todo mundo, intimamente, já sabia: podíamos ter feito ao quadrado!

Imito o nobre líder da Nação, em futebolês claro: “cabia uma goleada e ficamos no um a zero mesmo que tá bom!”

No mercado de imóveis, da incorporação e das empreitas de grande porte a aposta foi medíocre diante daquilo que já era possível fazer desde o último dia da gestão FHC, mas as consequências são extraordinárias mesmo assim e dentre elas descobre-se que o valor nominal do Brasil aumentou através da valorização de terrenos urbanos, fazendas, apartamentos, casas, lojas e chácaras.

A produção imobiliária, em ritmo crescente desde maio de 2007, empregou sem titubear, mesmo no auge da crise mundial. A compra do imóvel agora é favorecida por um estoque adequado à demanda, com preços justos

tanto para quem constrói quanto para quem compra. O estoque imobiliário está perfeitamente alinhado tanto à capacidade de absorção do mercado, quanto ao repasse de financiamentos bancários, que tende a ter sucessiva supressão das taxas de juros e ainda mais flexibilidade e segurança nos contratos, o que oferece ao comprador a certeza de conseguir quitar o tão sonhado patrimônio. O momento nunca foi tão oportuno para a compra de imóveis, para a realização de investimentos imobiliários diversos, que vão desde a casa para morar, até o pequeno apartamento ou escritório para fazer renda.

Os verdadeiros atores da economia – leia-se o empresariado – buscam na produção, a redenção pelos anos de investimento hercúleo e sucessivo, no qual o ‘sócio’ aparecia sempre para tomar sua parte no lucro. Suas conquistas territoriais são também garantia de geração de volume de empregos que, nesta velocidade de avanço, irão dar fim aos vergonhosos planos de assistência social, representados pelo indecente ‘Bolsa Família’.

Resta imaginar se quando houver emprego e acesso à saúde, moradia e cultura para a maioria dos brasileiros poderemos, enfim, interferir no sistema e assumir a administração completa de nosso país, hoje largado aos

oportunistas amadores que se plantam como geniais homens de bem.

…Mas não esqueçamos que a falta de melhores opções à Dilma é, também, responsabilidade nossa! •

Ele escreveu e a revista: Imóvel Magazine, Publicou.

01/03/2010 Posted by | Administração, Etiqueta | , , , | 1 Comentário