ÁGUIA – Consultoria Hoteleira Especializada

Dificuldades são para Profissionais

Diz a última Isto éDinheiro:

Como Administrador não á como não ter reparado na forma honesta e de quem faz, para as dezenas talvez centenas de Falcatruas que temos visto passar no Mercado financeiro Nacional.

Silvio Santos foi alertado do problema, tinha 60 dias para encontrar uma solução isso só agravaria o problema e nada iria sequer melhorar. Então, ele fez o que um Administrador e principalmente um HOmem de caráter e dignidade faria. Enfrentou o problema de frente e em bem menos de 60 horas as soluções aparecem e claro com essa capacidade e garra Ele vai sim dar a volta por cima, mas iso não teria acontecido não fizesse ele o que fez. Enfrentar o Problema com capacidade e Honestidade.

PARABÉNS – SILVIO  SANTOS.

Já não podemos de deixar de comentar na mesma revista a atitude da ” Deloitte” empresa de consultoria que deveria estar fora do mercado já que, a incompetência dela está atestada e atrelada a muitos escandalos financeiros que lesaram os cofres públicos. PORQUE ESSE ESCRITÓRIOSINHO ESTÁ ABERTO?

A dramática luta de Silvio Santos

Numa atitude inédita, o dono do SBT hipoteca todo seu patrimônio para evitar a quebra do banco PanAmericano. Agora, aos 80 anos, ele lutará para salvar as joias do seu império

Por Leonardo Attuch e Carlos Sambrana

Carlos Sambrana e Cláudio Gradilone, editores da DINHEIRO, analisam o caso Panamericano. Confira abaixo:

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Em 1945, quando Getúlio Vargas se preparava para deixar a Presidência, um menino nascido e criado na zona boêmia do Rio de Janeiro iniciou sua carreira como empresário. Senor Abravanel percebeu que poderia ganhar alguns trocados como vendedor, ao se deparar com uma pequena aglomeração no centro do Rio.

Um senhor já de idade vendia capas de plástico para títulos de eleitor – naquele momento, o Brasil estava prestes a viver a primeira eleição presidencial após 15 anos de getulismo. Senor, filho de imigrantes judeus, decidiu seguir o exemplo do vendedor e, em pouco tempo, transformou-se no camelô mais conhecido do Rio de Janeiro.

Quando foi pego pela primeira vez por um policial, conseguiu vencê-lo pela simpatia. O guarda, em vez de encaminhá-lo a uma delegacia de menores, deu-lhe o cartão de um amigo na Rádio Guanabara, que promoveria na semana seguinte um concurso para jovens locutores – Senor entrou na disputa e chegou em primeiro lugar.

De lá para cá, tudo mudou na vida desse garoto. A começar, pelo nome. Senor passou a ser Silvio Santos e se tornou um dos comunicadores mais conhecidos e admirados do Brasil. Comandou programas de grande audiência, adquiriu uma emissora de televisão e se tornou um dos maiores vendedores de eletrodomésticos do País com seu Baú da Felicidade.

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Silvio Santos, dono do SBT: “O negócio só saiu porque ofereci todos os meus bens em garantia”
Silvio montou um império com 34 empresas e faturamento de R$ 4,66 bilhões, preservando sempre a imagem de self-made man, o empreendedor que começou de baixo e venceu na vida graças ao próprio esforço. Na semana passada, todo o patrimônio construído em 65 anos de trabalho poderia escorrer pelas suas mãos.
Havia sido dado em garantia num empréstimo de R$ 2,5 bilhões, tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), uma entidade privada, capitalizada pelo sistema financeiro, para evitar a quebra do banco PanAmericano. “Foi uma atitude totalmente rara e inusitada para o padrão brasileiro”, disse à DINHEIRO o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.
Silvio tomou a decisão de abrir mão de todo o seu patrimônio em pouquíssimo tempo, dando um exemplo para todo o Brasil. No dia 14 de setembro, ele foi informado pela diretoria de fiscalização do BC de que havia graves inconsistências nos balanços do PanAmericano – carteiras de crédito vendidas a outras instituições continuavam registradas nos livros do banco, fazendo parte do ativo.
Dois dias depois, Silvio desembarcou em Brasília, para uma reunião emergencial com Meirelles. Soube que havia apenas duas alternativas: a capitalização do banco pelos acionistas controladores ou a intervenção do Banco Central, seguida de liquidação, o que teria consequências dramáticas não só para o empresário, que ficaria com os bens bloqueados, como para o próprio sistema financeiro.
No dia 22 de setembro, Silvio voltou a Brasília, desta vez para uma reunião com o presidente Lula. Disse que buscaria uma saída rápida para o problema. Três semanas depois, em 13 de outubro, os técnicos do BC haviam chegado, finalmente, ao número do rombo do PanAmericano: inacreditáveis R$ 2,5 bilhões.
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Pela lei, Silvio teria 60 dias para apresentar um plano de recuperação ao BC. Mas, em apenas três semanas, ele chegou a um entendimento com Gabriel Jorge Ferreira, presidente do FGC e ex-chefe da Febraban. “A holding só recebeu os R$ 2,5 bilhões porque eu dei todos os meus bens como garantia”, disse Silvio, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
“Atuo há 50 anos no sistema financeiro e nunca vi nada parecido”, reforçou Ferreira, do FGC. No processo de negociação, os dois se tornaram amigos e o presidente do FGC deu a Silvio uma cópia do filme “A felicidade não se compra”, um clássico de Frank Capra, rodado em 1946. A analogia com o clássico de Capra é dramaticamente apropriada.
No filme, ambientado na Grande Depressão dos anos 30, nos EUA, o protagonista vivido por James Stewart herda uma instituição financeira. Na iminência da quebra de seu banco, ele decide distribuir seu próprio dinheiro entre os correntistas, demonstrando um incrível desprendimento em relação aos seus bens materiais – de certa forma, a mesma postura assumida por Silvio no momento em que comprometeu seu patrimônio pessoal para não deixar o banco quebrar e prejudicar os correntistas.
Não se tem notícia de empresários que entregaram seus ativos pessoais para salvar bancos ou empresas. Mas Silvio já havia dado outras demonstrações de ser um homem de negócios diferenciado.
Há anos, ele é o maior pagador de Imposto de Renda do País, embora não apareça nas listas dos dez mais ricos. O desapego pelo patrimônio pode ser fruto da própria história de vida de Silvio. Ao longo das últimas décadas, ele se tornou um exemplo de empreendedor, o homem que começa do zero e não se cansa de criar novos negócios, num permanente recomeçar. Se sempre foi assim, por que seria diferente agora?
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A solução, porém, não interessava apenas a Silvio. Em caso de quebra, o FGC teria de arcar com cerca de R$ 1,8 bilhão. Isso porque teria de bancar uma garantia de até R$ 60 mil para os depositantes e também já tinha o compromisso de assumir outros créditos do PanAmericano.
No atual cenário, mesmo que se discuta se o patrimônio de Silvio dado como garantia vale ou não R$ 2,5 bilhões – o valor contábil é de R$ 2,7 bilhões –, a perda para o FGC deverá ser bem menor. Especialmente porque o empresário se comprometeu a lançar um ambicioso plano de vendas de ativos. “Se alguém vier aqui e pagar R$ 2,5 bilhões, leva o SBT”, declarou o apresentador. “Não precisa pagar nem para mim. Pode ser diretamente para o FGC”.
Na quinta-feira 11, o bilionário Eike Batista, oitavo homem mais rico do mundo e dono de uma fortuna de US$ 27 bilhões, afirmou que é um candidato à compra do canal de televisão. “A gente olha tudo no Brasil”, disse Eike. Depois, ele negou o interesse, mas Eike é imprevisível.
De todo modo, Santos terá como organizar, com um certo planejamento, sua recuperação empresarial. O empréstimo feito pelo FGC oferece boas condições. Além dos dez anos para pagamento, serão três de carência. A correção do empréstimo será feita pelo IGPM, o que representa um subsídio ao devedor – empresas de primeira linha no Brasil hoje captam pelo CDI, que é mais caro.
Numa conta simples, levando em consideração as taxas do CDI e do IGPM nos últimos dez anos, é possível estimar um subsídio da ordem de R$ 5 bilhões no empréstimo tomado pelo dono do grupo SBT. Com os três anos de carência, ele terá tempo para vender com calma algumas de suas empresas. “Ele tem bons ativos e certamente encontrará interessados”, disse à DINHEIRO o presidente de um grande banco de investimentos.
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O próprio PanAmericano, capitalizado com os R$ 2,5 bilhões do FGC, tem tudo para ser o primeiro ativo negociado. No primeiro dia após o anúncio da crise, as ações do banco caíram quase 30%. Mas no dia seguinte, os papéis se valorizaram, na expectativa de que Silvio encontre um comprador – talvez a própria Caixa Econômica Federal, que já havia feito um aporte de R$ 739 milhões no banco, em troca de 49% das ações.
Pelas cotações atuais, o PanAmericano teria um valor de mercado de R$ 1,2 bilhão. A corrida de depositantes, que, no primeiro dia após a crise, provocou saques de R$ 200 milhões, foi estancada. E todos os clientes que pediram o resgate de suas aplicações conseguiram reaver os recursos.
“Depois do acordo com o FGC, o banco tem R$ 3,8 bilhões em caixa e está numa situação sólida. Isso garante qualquer resgate que venha a ocorrer”, disse à DINHEIRO Celso Antunes da Costa, novo diretor-superintendente do banco, indicado pela Caixa e pelo FGC.
O certo é que Silvio poderá se desfazer de qualquer negócio, mas tentará fazer de tudo para preservar a joia de sua coroa: o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), cuja concessão foi ganha por ele no governo do general Ernesto Geisel. Com programas de auditório populares, Silvio construiu a segunda maior emissora do Brasil, mas o SBT, hoje, atravessa um momento difícil.
Nos últimos anos, a audiência recuou e o canal perdeu o eterno segundo lugar para a Record, do bispo Edir Macedo. De acordo com dados do Ibope, a participação da Record é de 16,9%, enquanto a do SBT é de 13,2%. Apesar disso, o SBT é também estratégico porque é o motor que move todos os seus outros negócios.
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Vendedor nato: Silvio Santos, que começou como camelô, no Rio de Janeiro, desenvolveu a arte de comunicador e nunca perdeu o
dom de vender. A televisão, muitas vezes, foi o instrumento utilizado por ele para vender outros produtos, como os carnês do Baú da Felicidade
O Grupo Silvio Santos é formado por empresas que atuam em setores completamente distintos, de emissora de televisão a empresa de cosméticos, de lojas de varejo voltada para a classe C a hotel de luxo no Guarujá. A rigor, todos esses negócios orbitam ao redor do SBT, o único negócio que Silvio acompanha de perto.
O patrão, como é conhecido nos corredores da emissora, usa o canal de televisão para alavancar suas outras empresas. A rede de lojas Baú Crediário, por exemplo, conta com um massivo plano de mídia e vinha ganhando destaque dentro do grupo. No ano passado, Silvio comprou a rede Dudony, do Paraná, com 110 lojas, fazendo com que a Baú Crediário fechasse o ano com 127 unidades.
Outro negócio que tem gerado muita expectativa é o de cosméticos. Em 2006, foi criada a marca Jequiti para bater de frente com empresas de venda direta como Natura e Avon. Desde então, é a companhia que mais cresce dentro do conglomerado. Até setembro, já havia registrado uma alta de 130% sobre o mesmo período do ano passado e deve manter essa mesma média até o fim de 2010, fechando com faturamento de R$ 380 milhões. “Em 2013, vamos faturar R$ 1 bilhão”, disse à DINHEIRO, o diretor-superintendente e principal executivo da empresa, Lásaro do Carmo Junior.
“Nada muda, a vida da Jequiti continua normal, assim como os planos de investimentos continuam de vento em popa”, diz, referindo-se à dívida do grupo. Não é bem assim. É vital para a companhia a permanência do SBT nas mãos de Silvio.
Afinal, foi com a ajuda do SBT, que possui um programa com o nome da Roda a Roda Jequiti, no qual consultoras e clientes disputam prêmios, que a empresa multiplicou seu exército de vendedoras. Se, em 2006, contava com 4,1 mil consultoras, em 2009 possuía 117,9 mil e hoje está na casa das 160 mil vendedoras.
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As negociações em Brasília: no dia 22 de setembro, Silvio Santos comunicou ao presidente Lula os problemas no PanAmericano e disse que
encontraria uma solução. Antes disso, a Caixa Econômica Federal, presidida por Maria Fernanda Coelho, havia feito um aporte de R$ 739 milhões
A participação de Silvio no dia a dia da Jequiti reflete o estilo de gestão do apresentador/empresário. “O Silvio dá ideias de produtos e marketing, mas as decisões estratégicas da Jequiti estão sob minha responsabilidade. Tenho total autonomia”, afirma Carmo Júnior. A rigor, em um grupo grande como o de Silvio Santos, é bom que os funcionários tenham essa autonomia.
Há um mantra no mundo corporativo que defende a profissionalização das empresas e a delegação de poderes. Mas, é bom salientar, o distanciamento excessivo do controlador também é prejudicial. E o próprio Silvio confirma que não olhava para as suas empresas como cuidava do SBT.
“Ele pode ter criado um império, mas ele não é um homem de negócios”, diz um executivo que o conhece muito bem. “Na verdade, ele é um empreendedor. Sabe criar negócios, mas não sabe administrá-los.” Nessa seara, ele conta com a ajuda de profissionais.
“Quando tenho dinheiro, abro uma empresa no Brasil. Mas não sou obrigado a ficar sabendo onde é a empresa”, diz Silvio. “Pago os profissionais e eles têm que me dar resultados. E, às vezes, falham. Desta vez, falhou.” Mora aí outro problema do grupo: a falta de foco. Por investir em setores totalmente diferentes, acaba não se concentrando em nenhum negócio como deveria.
Silvio também é conhecido por seus rompantes de humor. Não é segredo nenhum as ocasiões em que ele mudou a programação do SBT sem consultar ninguém, de uma hora para a outra. Outro traço marcante de sua personalidade é o estilo peculiar de escolher as pessoas que trabalham para ele.
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Os colaboradores: Luiz Sandoval, acima, também começou como vendedor e foi o braço-direito de Silvio Santos nos últimos 40 anos.
Rafael Palladino (à esq.) comandava o banco PanAmericano, mas não era um homem de mercado. E o banco gerou resultados artartificiais nos últimos anos
“Silvio se cercou de pessoas que são leais a ele e têm histórias de vida parecidas com a dele”, diz o consultor. O presidente do grupo, Luiz Sebastião Sandoval, por exemplo, começou a carreira como engraxate, trabalha há 40 anos com o apresentador e preside o grupo há mais de 20 anos.
Os parentes de Silvio também estão espalhados em posições estratégicas de suas empresas. Do conselho de administração, fazem parte sua filha Daniela Beyruti, o sobrinho Guilherme Stoliar, o irmão Henrique Abravanel, e o marido da prima de sua mulher, Iris Abravanel, Rafael Palladino. Este último era presidente do banco PanAmericano.
O mercado financeiro não enxergava em Palladino um executivo preparado para comandar um banco. Formado em educação física pela USP, ele entrou na instituição em 1991 e, por empatia, rapidamente ganhou a confiança de Silvio. Até surgir o rombo de R$ 2,5 bilhões, o apresentador olhava para o PanAmericano como a sua galinha dos ovos de ouro.
Em 2007, o Citibank tentou comprar o PanAmericano por R$ 1,5 bilhão. Silvio não aceitou vender e argumentou que a instituição era a mais lucrativa dentre todas as empresas de seu grupo. No ano passado, porém, o apresentador topou negociar com a Caixa Econômica Federal.
No processo de compra, o banco estatal não identificou nenhuma irregularidade e muito menos Silvio desconfiou que algo estava errado. Ele acreditava piamente nos vistosos balanços inflados por Palladino e pelo diretor financeiro, Wilson Roberto Aro, que antes de ser demitidos blindaram seus patrimônios para não perder seu dinheiro.
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Os correntistas, por sua vez, apostavam no banco que tinha como sócios uma das pessoas mais famosas do País e a própria Caixa. Mais: enquanto o CDB do PanAmericano rendia 108% dos juros de mercado, algo como 11,6% ao ano, em um banco como o Bradesco e o Itaú, ele obteria 92% do CDI, cerca de 9,9% ao ano.
Em um primeiro momento, a notícia da situação do banco causou pânico em alguns de seus clientes. Um correntista ouvido por DINHEIRO sacou R$ 1,5 milhão aplicados no CDB quando as notícias começaram a ser veiculadas. Aos poucos, com as garantias dadas por Silvio, o cenário foi melhorando. Na segunda-feira 8, as ações do PanAmericano listadas na Bovespa caíram 4%, na terça-feira 7%, na quarta 30% e, na quinta-feira 11, voltaram a subir, fechando o pregão com uma alta de 4%.
A crise financeira de seu grupo não é a única questão que Silvio de terá de resolver nos próximos anos. Há uma enorme expectativa para saber quem vai sucedê-lo no comando dos negócios. Silvio possui seis filhas de dois casamentos diferentes e ainda não deu pistas nem mostrou interesse em dar início ao processo. “Ele acha que o SBT e tudo o que construiu não vivem sem ele”, diz uma pessoa próxima. No caso de Silvio, criador e criatura, definitivamente, se confundem.

27/11/2010 Posted by | Administração, descaso, Finanças | , , | Comentários desativados em Diz a última Isto éDinheiro:

Administração – Soja

Administração, ela é ampla e a rigor tudo precisa ser administrado, vamos abordar administração num assunto que anda na moda nos jornais e telejornais do País, já que foram dois records, um que todos sabem o de maior safra de soja de todos os tempos, outro a incompetência administrativa estampada nos grãos de soja deixados ao relento por falta de capacidade de armazenamento.

ISTO É FALTA DE ADMINISTRAÇÃO:

Há no Brasil a cultura de se culpar o Governo, porque, neste caso foi o governo que plantou a soja, não, então quem a planta precisa saber o que fazer com ela e como está o mercado ou corre o risco de perdê-la.

Os Governos precisam prover:

A)Saúde pública de boa qualidade. (igual para todo o tipo de servidor)

b) Segurança Pública.

c) Educação

d) infra-instrutoras como estradas de rodagem, linhas férreas e sistemas de portos e aeroportos.

E Criar sistemas para fiscalizar com correção e dignidade tudo o resto principalmente serviços essenciais, como saneamento básico, Luz água e outros.

No Nosso caso nada disso funciona dignamente como alguém espera que o governo pense na Soja, Eles não estão nem aí para a população quem diria para os agricultores, haja vista, querem tornar o reflorestamento lei e alagam 516Km² para fazer uma hidroelétrica o verdadeiro elefante branco além de tudo faminto.

Mas Vamos administrar a soja: Faz-se necessário que os agricultores que não teem um conhecimento administrativo (Provaram que não teem) procurem uma orientação há que se fazer ou cada um por si os que teem tamanho para isso, ou o que é mais sensato juntarem-se por regiões e construir estruturas (cooperativadas) necessárias para o armazenamento da soja em perfeitas condições.

Se não atinarem para isso o prejuízo está aí já para os próximos dias. Pelo andamento o ano que vem terá mais soja que este e resultado passaremos a ter um preço tão baixo que não paga os custos de produção por excesso de produto no mercado.

Não, o governo não tem obrigação de regular isso, isso é indústria e comércio e é o setor privado quem precisa saber administrar esses volumes de safra que eles mesmo provocaram.

Algumas explicações.Agora que desta vez a culpa não é do Lula, Não, Não é.

26/04/2010 Posted by | Administração, Administração "desmandos", Aguia, Custos, Finanças | , , | Comentários desativados em Administração – Soja

A conta da licença-maternidade

Autor(es): Amauri Segalla
Isto é Dinheiro – 16/02/2010

Um dos mais importantes pensadores do século XX, o alemão Albert Hirschman desenvolveu uma teoria para explicar os fenômenos sociais. Chamada de “efeito perverso”, ela defende a ideia de que, antes de ser implementada, qualquer política pública deve avaliar os impactos negativos que a medida pode causar. Segundo Hirschman, boas intenções muitas vezes desencadeiam resultados desastrosos – é o tal do efeito perverso. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. Segundo o texto da proposta, têm direito ao benefício as mães biológicas e as adotivas.

Numa análise superficial, de caráter emotivo, a iniciativa parece uma dádiva. Não há mãe que não queira passar mais tempo com os filhos e, claro, receber por isso. Eis aqui o problema que surge numa avaliação mais atenta. Alguém precisa pagar a conta. De imediato, a fatura recai sobre as finanças públicas. Segundo a Receita, a licença-maternidade custará R$ 414 milhões para o governo, número que corresponde ao valor que os empregadores poderão abater da declaração do Imposto de Renda. Até aí, tudo bem. É papel do Estado oferecer a seus cidadãos – e pagar por isso – programas sociais que melhorem a qualidade de vida das pessoas.

O problema é outro. A fatura, na verdade, será apresentada às empresas. Graças à mão pesada do Estado, os custos inerentes ao trabalho são muito altos no Brasil. Eles estão entre os maiores do mundo e superam de longe o que é praticado em países emergentes. Não é novidade para ninguém que o Brasil tem uma legislação protecionista em relação ao trabalhador, observação que a licença-maternidade estendida ajuda a legitimar. Comparações com outras nações comprovam isso. Nos Estados Unidos, a licença-maternidade é de três meses, mas com uma enorme diferença: as trabalhadoras não são remuneradas durante o período. Na Austrália, país reconhecido pelos altos índices de desenvolvimento humano, o tempo é de 13 meses. Também sem pagamento.

Empresas, como se sabe, vivem para ganhar dinheiro. Se há o risco de as companhias terem algum prejuízo ao proporcionar o benefício às mulheres, é fácil de se imaginar o que as corporações podem fazer: elas simplesmente deixam de contratá-las. É aqui que o efeito perverso confirma toda a sabedoria de Hirschman. Nascida com a mais autêntica das boas intenções, a lei-maternidade pode se voltar contra as pessoas que ela pretende proteger. Na hora de decidir a contratação, considerando dois indivíduos com os mesmos atributos, a empresa vai escolher um homem ou uma mulher que ainda pode ter filhos? Os ingênuos dirão que nenhum gestor realmente comprometido com o bem-estar da sociedade vai levar isso em consideração. Os mais pragmáticos entenderão que elas vão, sim, ser discriminadas (como, aliás, já são em muitas corporações. Basta dar uma espiada no número de chefes do sexo feminino que estão à sua volta). Hirschman, que de perverso não tinha nada, estava certo.

16/03/2010 Posted by | Administração, descaso, desconhecimento, desinteresse, Falta de Conhecimento. | , , , , , , | 1 Comentário

Grande Hotel ficará fechado por dez dias

Grupo Tauá paralisa as atividades entre os dias 15 e 25 para treinamento da equipe e apresentação da cultura da empresa aos colaboradores. Leia Mais
última alteração: 10/03/2010

11/03/2010 Posted by | Administração, Administração Hoteleira, Treinamentos, Turismo | , , , | Comentários desativados em Grande Hotel ficará fechado por dez dias

O Rio de Janeiro e São Paulo têm centros de convenções capacitados a recepcionar os grandes eventos que poderiam ser captados na esteira da Copa 2014 e da Olimpíada 2016?

Matéria da revista eventos e questão levantada por:SERGIO JUNQUEIRA DISCURSA NA SALA SÃO PAULO – 13/02/2010

10 anos.

“Confesso que quando comecei, não imaginava que chegaríamos tão longe, apesar de sonharmos com a grandeza e representatividade deste nosso setor de eventos e turismo.
Mais do que confortáveis com uma década de atividades do Prêmio Caio, elegendo o que de melhor há nos setores de marketing promocional, eventos e turismo no Brasil, estamos cada vez mais entusiasmados com as possibilidades de negócios que este mercado promove e desperta a cada ano.
Nesta décima edição, tivemos recorde de cases inscritos (193 contra 163 em 2008), jurados habilitados (308 contra 250 em 2008) e jurados que votaram (249 contra 225 em 2008) escolhendo os Melhores Destinos, Resorts, Hotéis, Centros de Convenções e Espaços para Eventos em todo o Brasil.
Sem desmerecer os premiados nas edições anteriores, a décima edição também registra o feito de conceder um Grand Prix ao presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Nuzman, e fazer uma homenagem especial ao secretário de Turismo de Natal, Soares Junior, ambos aqui presentes, em cujo nome homenageio todos os vencedores desta 10ª. Edição do Prêmio Caio e para os quais peço uma salva de palmas.
Entretanto, quem me conhece sabe que eu não ficaria aqui apenas jogando confetes em nossos premiados ou valorizando os profissionais do setor. É preciso que coloquemos o dedo em algumas feridas e eu faço isso agora, aproveitando a qualidade dessa platéia repleta de empresários, autoridades e executivos desta maravilhosa indústria que movimenta bilhões de dólares.
As vésperas de sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016, cabe fazermos uma reflexão sobre as reais condições dos nossos espaços de eventos, enfim, de toda nossa infra-estrutura que se bem atendeu até agora a nossas exigências, deverá ser revista em se tratando dos eventos internacionais.
Será que temos Centros de Convenções compatíveis com as exigências internacionais, que atendam as dimensões, conforto e aparelhamento tecnológico exigidos pelos grandes eventos. Ou vamos deixar que esta infra-estrutura seja apresentada apenas em belíssimos vídeos que mostramos lá fora?
Prometer e não entregar pode acarretar uma série de prejuízos para o Rio de Janeiro e São Paulo.
Creio que deveremos formatar um eixo de propostas que dêem um norte mais profissional e competitivo ao desenvolvimento setorial nos próximos anos.
Afinal, o que justifica os altos investimentos necessários para a realização de mega eventos são seus legados. Considerando que a abertura da Copa aconteça em São Paulo e seu encerramento no Rio de Janeiro, que também sediará as Olimpíadas, abre-se uma fantástica janela de oportunidades para estas duas cidades.
Haja vista o que aconteceu em Barcelona e Sidney, possivelmente as cidades que melhor aproveitaram a realização das Olimpíadas em seu território, nos anos que antecederam o evento. Sem contar que nos seguintes foram palco de centenas de congressos internacionais, tendo levado ambas a assumirem papel predominante no cenário internacional, em posições relevantes que ocupam até hoje.
No entanto, no caso das cidades brasileiras, para que todo potencial seja devidamente aproveitado faz-se necessário um minucioso plano de ações.
Não é concebível que vivamos de expedientes como ocorreu no Mundial de Cardiologia (RJ), na UNCTAD (SP), por exemplo, para cuja realização o Rio Centro e o Anhembi foram adaptados de forma precária.
O mesmo deverá ocorrer para realização do Mundial do Rotary em 2015, em São Paulo.
Até quando vamos viver de expedientes e continuar perdendo a captação de grandes eventos? A realização dos Jogos Olímpicos deixou lições de destinos vitoriosos e de cidades que desperdiçaram a oportunidade, como Atlanta, nos EUA.
Em 2010 o Brasil terá que escolher o rumo de seu destino. Se desejarem se espelhar nos exemplos de Barcelona e Sidney, Rio de Janeiro e São Paulo precisam iniciar imediatamente a construção de mega centros de convenções, situados em local próximo dos principais atrativos culturais e gastronômicos, viabilizando a conquista de centenas de pequenos, médios e grandes eventos.
OK, estou talvez chovendo no molhado e dizendo coisas que muitos de vocês já sabem, mas o que estamos fazendo para mudar esta situação?
Nós, jornalistas, o que publicamos para provocar os empresários e autoridades do setor?
Dirigentes e Executivos, pelo que brigam todos os dias?
E nossas autoridades aqui presentes, estão olhando o setor como um todo, entendendo que quando falamos de infra-estrutura estamos também falando de um desenvolvimento modal que atenda as necessidades do território brasileiro?
Estudos recentes indicam que a Copa da África do Sul será sobremaneira mais danosa ao meio ambiente se comparada à da Alemanha. E se prevê que na de 2014, no Brasil, estes danos se multiplicarão.
O que é assaz inquietante num cenário de crescente preocupação internacional em minorar os efeitos danosos de ações que afetem o meio ambiente.
Os maiores prejuízos serão decorrentes das viagens de avião, meio de transporte inevitável em país localizado fora do hemisfério norte, origem da maioria dos participantes do evento e, mais ainda, necessário para deslocamento dos torcedores de norte ao sul e centro-oeste brasileiro.
Se nas viagens de grande distância, o uso dos aviões é inevitável, o transporte de torcedores no eixo Rio de Janeiro|São Paulo| Curitiba|Brasilia|Belo Horizonte, que representarão mais de 50% do fluxo de tráfego em 2014, pode e deveria ser realizado de trem, um dos meios de transporte que menos danos causam ao meio ambiente.
A construção de um modal ferroviário de alta velocidade interligando estas cinco capitais e mais cidades como Campinas, Goiânia, Juiz de Fora, Londrina, Maringá, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Uberlândia e Uberaba evitará que em 2014 o mundo assista a um caos aéreo de proporções inimagináveis.
Num momento em que se observa que alguns bilhões de dólares estarão sendo gastos na reforma, adaptação ou construção de arenas esportivas de aproveitamento duvidoso na pós-copa, o numerário que for despendido na construção do modal ferroviário interligando o eixo Sul/Sudeste/Centro-Oeste será o mais valioso legado da Copa 2014.
E eu já estou com os olhos lá em 2020, quando a Expo Mundial poderá ser no Brasil, encerrando uma década de mega eventos e abrindo as comemorações do Bicentenário da Independência.
Como todos sabem, são três os maiores eventos mundiais: as Olimpíadas, o Mundial de Futebol e a Expo Mundial. As duas primeiras, realizadas a cada quatro anos, já foram captadas pelo Brasil, cabendo agora que o país se esforce para captar o último elo da trinca, realizado a cada cinco anos.
Em 2010, realizada em Xangai e em 2015, em Milão, a Expo Mundial é uma feira de nações, que apresenta os avanços do conhecimento em temas econômicos, comerciais, políticos, culturais, sociais e tecnológicos. O objetivo é o aprofundamento das relações econômico-comerciais, intercâmbio cultural, promoção do desenvolvimento e troca de novas tecnologias.
Sob o tema Better city, better life (Cidade melhor, vida melhor), a Expo Xangai ocupará área superior a 5 km² disponibilizando áreas para construção de grandes pavilhões. O do Brasil, por exemplo, terá mais de 2 mil m² e sob o tema Cidades Pulsantes apresentará a diversidade humana e cultural dos municípios brasileiros, a economia do país e os principais avanços do Brasil na área da sustentabilidade, inclusão social e política.
O BIE – Bureau Internacional de Exposições, organizador da mostra, estima em mais de 70 milhões os visitantes da Feira, que tem duração de seis meses, estando previstos mais de três milhões de visitantes no Pavilhão do Brasil.
Em menos de seis meses, no mês de junho, em Xangai, estará sendo eleita a cidade onde se realizará a Expo Mundial de 2020. E o Brasil tem todas as condições de conquistar mais este evento. Só não o fará se não tiver competência na gestão do processo de captação. São Paulo já está trabalhando nesse sentido e tem todas as condições de ser a escolhida.
A Expo São Paulo poderá ser o marco inicial das comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil e do Centenário da Semana de Arte Moderna, acontecimentos que ocorrerão na capital paulista.
Tão importante quanto captar a Expo Mundial para São Paulo é que sua realização se dê no marco de um projeto de longo prazo, de forma que todos os investimentos realizados estejam integrados no projeto de desenvolvimento urbano, social e cultural da região metropolitana de São Paulo de médio e longo prazo.
Bem, acho que já me alonguei de mais, mas este assunto é apaixonante e não posso me furtar de aproveitar uma platéia deste gabarito para jogar luz sobre o nosso setor.
Hoje é uma noite para homenagear, confraternizar e comemorar, então, vamos seguir com a premiação.
Boa festa a todos.”
Matéri em discução no GRUPO EXECUTIVOS DO BRASIL

23/02/2010 Posted by | Administração, Administração Hoteleira, Aguia, Alertas, Custos, Logistica, Planejamento, Turismo, Utilidade pública | , , , , , , , , | 1 Comentário