ÁGUIA – Consultoria Hoteleira Especializada

Dificuldades são para Profissionais

LUCRO E OCUPAÇÃO HOTELEIRA

Como tudo vem bater em custos, se o Administrador não sabe quanto custa vai ficar difícil. Administrei Hotéis em Curitiba e ali, na minha época se fechava o ano na casa dos 70% de ocupação, era bom? Não sei, no meu caso era, mas isso pode não ser. E já vamos ver por que:

Um Hotel bem administrado tem seu ponto de equilíbrio entre 27 e 31% de ocupação, hoje o mercado Curitibano reclama que fecha o Ano na casa de 50% é Bom? Sim é bom. Porque dizem que não é e por vezes não é mesmo.

Normalmente o Hoteleiro se refere à ocupação como um fato operacional, então não posso mais dizer se é ou não bom já que a ocupação, quando falamos de Lucro Líquido precisa ser OCUPAÇÃO FINANCEIRA.

Se você tem um hotel de 100 apartamentos e pratica uma diária média de R$. 100,00 então seu percentual de ocupação é realmente o mesmo independentemente de Operacional ou Financeiro, no entanto isto dificilmente se verifica, a diária de balcão é 100,00 mas a sua diária média é de 70,00 então o seu percentual operacional é um e o financeiro outro há que se saber porque o Hotel que encerra o ano com 50% de ocupação não dá lucro: Os motivos mais plausíveis são 2: 1º – Má administração, 2º e normalmente o mais provável o empresário está se referindo a um operacional e ignorando o percentual financeiro,,que é o que realmente paga as contas.

Não se esqueça, é básico que se saiba pelo menos quantas diárias precisa faturar diariamente para poder manter o empreendimento em funcionamento, ou sabe, ou contrata quem saiba, ou ainda, mude de ramo.

Não, não há Hotel que não dê Lucro, há empreendimentos com a Administração mal focada ou com números irreais.

28/09/2010 Posted by | Administração, Aguia, Custos | , | Comentários desativados em LUCRO E OCUPAÇÃO HOTELEIRA

Intervencionispo Despropositado e Tendencioso

Dinheiro da Redação

Distribuição de lucro ou de prejuízo?
Carlos José Marques, diretor editorial

Sacode os meios empresariais a nova proposta do governo de distribuição de lucros aos empregados. Pelo projeto, que está sendo elaborado em conjunto por vários ministérios antes de seguir à plenária do Congresso, cerca de 2% do lucro líquido das companhias seriam repassados aos funcionários de maneira automática. Outros 3% do lucro também seriam distribuídos conforme critérios definidos pelas empresas com os sindicatos, em negociações semestrais ou anuais. Estatais, micro e pequenas empresas ficariam de fora do compromisso. As informações sobre o projeto vazaram a contragosto das autoridades – que dizem estar ainda na fase preliminar dos estudos – e de imediato sofreram duras críticas de representantes patronais e dos trabalhadores. Classificada de eleitoreira e pouco crível, a proposta representaria na prática um aumento da carga tributária – já entre as mais altas do mundo -, com a folha de pagamentos assumindo um encargo social, em muitos casos, insuportável. A consequência por essa via seriam ajustes de salários e investimentos, com possível onda de demissões. Em outras palavras, ao invés de beneficiado, o trabalhador sairia penalizado.

Do ponto de vista meramente técnico, a distribuição de lucros é adotada tradicionalmente por muitos grupos, há anos, como instrumento de incentivo. É um estímulo para que funcionários de vários escalões e áreas de atividade atinjam metas, busquem o crescimento dos resultados da corporação. A partir do momento que essa ferramenta vira lei perde, na essência, seu maior atrativo, que é a motivação. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, classificou a ideia de intervencionista e inoportuna, “atendendo apenas ao calendário eleitoral”. Movimentos do governo na direção de um maior controle de setores da iniciativa privada vêm sendo verificados há algum tempo, inclusive com pendores estatizantes em muitas áreas de atividade. Mas a interferência na gestão de resultados das companhias pode se configurar numa prática ainda mais perigosa.

20/02/2010 Posted by | Administração | , , , , | 1 Comentário

Você sabe dar FEEDBACK? – Parte I

Recebi e repasso ao grupo essa analogia sobre o tema.
“O Caçador de Pipa e as Organizações. Por favor, não roubem de seus colaboradores.”
Fonte: HSM on-line | Instituto MVC
No Meu Caso trago da postagem de:Marcos Frade
========================================================
Muito provavelmente, os leitores deste artigo devem considerar o título extremamente agressivo, inclusive deselegante. Proponho que tenhamos muita calma e atenção sobre esse assunto, pois para mim, realmente, existem muitos ‘ladrões’ nas organizações, não do dinheiro das empresas, mas sim das pessoas que com eles trabalham.

A argumentação que tenho sobre essa afirmativa foi baseada no livro “O caçador de pipas”, de Khaled Hosseini , que tive o enorme prazer de ler e reler em função das conexões que consegui fazer acerca da realidade das organizações e nas atitudes, posturas e comportamentos de muitas pessoas que se auto-intitulam de líderes de pessoas, apenas em função do cargo que exercem.

De todos os prazeres e sensações agradáveis e muitas vezes tristes, que a leitura deste livro me proporcionou, a mais marcante e significativa para mim foi a seguinte:

Em conversa com seu filho Amir, Baba afirma que existe apenas um pecado no mundo: o do roubo.

Ele justifica essa afirmação, dizendo:
• Quando você deixa de dizer para alguém alguma coisa que você acredita ser ‘verdade’, você está ‘roubando’ o direito dele saber o que você sente a seu respeito.
• Quando você mata alguém, você está ‘roubando’ o direito de outras pessoas conviverem com a pessoa que você matou.
• Quando você ‘maltrata’ alguém, você está ‘roubando’ o direito dessa pessoa de ser feliz.
• Quando você mente para alguém, você está ‘roubando’ o direito dela conhecer a verdade.

Como decorrência dessas assertivas imediatamente surgiu em minha mente os inúmeros ‘roubos’ praticados nas organizações.

Relaciono alguns deles para que os leitores possam examinar se, em sua organização, eles são praticados.
• Quando você chega atrasado em uma reunião, você está ‘roubando’ o tempo das pessoas que chegaram na hora marcada.
• Quando você quer, ou impõe, que seus ‘colaboradores’ (não podemos mais falar subordinados, é um termo ofensivo, dizem alguns), fiquem trabalhando rotineiramente após as 8 horas diárias, você está ‘roubando’ o direito ao lazer, ao estudo, além do prazer que todos nós temos em desfrutar da companhia da esposa, filhos e dos amigos do coração.
• Quando você pede urgência na execução de determinada tarefa, e depois não dá a menor importância, você está ‘roubando’ o seu colaborador.
• Quando você pensa que alguns de seus colaboradores não estão correspondendo às suas expectativas, e nada diz, você está ‘roubando’ a vida profissional deles.
• Quando você fala a respeito das pessoas e não com as pessoas, você está ‘roubando’ a oportunidade deles saberem a opinião que você tem a respeito deles.
• Quando você não reconhece os aspectos positivos que todas as pessoas têm, você está ‘roubando’ a alegria e a satisfação que todos nós precisamos por nos sentir valorizados e úteis. Além de ‘roubar’, você está sendo o principal gerador de um ambiente de trabalho desmotivador e desinteressante.

(continua)

Meu comentário:
Marcos, dar-lhe os Parabéns, é “roubar-lhe” o direito de saber o quanto de trabalho vc teve, para alertar a todos que uma hora ou outra estamos roubando algo de alguém, e isso realmente não tem necessidade de ser assim nunca. Obrigado

13/02/2010 Posted by | Administração, Aguia | | 1 Comentário