ÁGUIA – Consultoria Hoteleira Especializada

Dificuldades são para Profissionais

Administração – Soja

Administração, ela é ampla e a rigor tudo precisa ser administrado, vamos abordar administração num assunto que anda na moda nos jornais e telejornais do País, já que foram dois records, um que todos sabem o de maior safra de soja de todos os tempos, outro a incompetência administrativa estampada nos grãos de soja deixados ao relento por falta de capacidade de armazenamento.

ISTO É FALTA DE ADMINISTRAÇÃO:

Há no Brasil a cultura de se culpar o Governo, porque, neste caso foi o governo que plantou a soja, não, então quem a planta precisa saber o que fazer com ela e como está o mercado ou corre o risco de perdê-la.

Os Governos precisam prover:

A)Saúde pública de boa qualidade. (igual para todo o tipo de servidor)

b) Segurança Pública.

c) Educação

d) infra-instrutoras como estradas de rodagem, linhas férreas e sistemas de portos e aeroportos.

E Criar sistemas para fiscalizar com correção e dignidade tudo o resto principalmente serviços essenciais, como saneamento básico, Luz água e outros.

No Nosso caso nada disso funciona dignamente como alguém espera que o governo pense na Soja, Eles não estão nem aí para a população quem diria para os agricultores, haja vista, querem tornar o reflorestamento lei e alagam 516Km² para fazer uma hidroelétrica o verdadeiro elefante branco além de tudo faminto.

Mas Vamos administrar a soja: Faz-se necessário que os agricultores que não teem um conhecimento administrativo (Provaram que não teem) procurem uma orientação há que se fazer ou cada um por si os que teem tamanho para isso, ou o que é mais sensato juntarem-se por regiões e construir estruturas (cooperativadas) necessárias para o armazenamento da soja em perfeitas condições.

Se não atinarem para isso o prejuízo está aí já para os próximos dias. Pelo andamento o ano que vem terá mais soja que este e resultado passaremos a ter um preço tão baixo que não paga os custos de produção por excesso de produto no mercado.

Não, o governo não tem obrigação de regular isso, isso é indústria e comércio e é o setor privado quem precisa saber administrar esses volumes de safra que eles mesmo provocaram.

Algumas explicações.Agora que desta vez a culpa não é do Lula, Não, Não é.

26/04/2010 Posted by | Administração, Administração "desmandos", Aguia, Custos, Finanças | , , | Comentários desativados em Administração – Soja

A conta da licença-maternidade

Autor(es): Amauri Segalla
Isto é Dinheiro – 16/02/2010

Um dos mais importantes pensadores do século XX, o alemão Albert Hirschman desenvolveu uma teoria para explicar os fenômenos sociais. Chamada de “efeito perverso”, ela defende a ideia de que, antes de ser implementada, qualquer política pública deve avaliar os impactos negativos que a medida pode causar. Segundo Hirschman, boas intenções muitas vezes desencadeiam resultados desastrosos – é o tal do efeito perverso. Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. Segundo o texto da proposta, têm direito ao benefício as mães biológicas e as adotivas.

Numa análise superficial, de caráter emotivo, a iniciativa parece uma dádiva. Não há mãe que não queira passar mais tempo com os filhos e, claro, receber por isso. Eis aqui o problema que surge numa avaliação mais atenta. Alguém precisa pagar a conta. De imediato, a fatura recai sobre as finanças públicas. Segundo a Receita, a licença-maternidade custará R$ 414 milhões para o governo, número que corresponde ao valor que os empregadores poderão abater da declaração do Imposto de Renda. Até aí, tudo bem. É papel do Estado oferecer a seus cidadãos – e pagar por isso – programas sociais que melhorem a qualidade de vida das pessoas.

O problema é outro. A fatura, na verdade, será apresentada às empresas. Graças à mão pesada do Estado, os custos inerentes ao trabalho são muito altos no Brasil. Eles estão entre os maiores do mundo e superam de longe o que é praticado em países emergentes. Não é novidade para ninguém que o Brasil tem uma legislação protecionista em relação ao trabalhador, observação que a licença-maternidade estendida ajuda a legitimar. Comparações com outras nações comprovam isso. Nos Estados Unidos, a licença-maternidade é de três meses, mas com uma enorme diferença: as trabalhadoras não são remuneradas durante o período. Na Austrália, país reconhecido pelos altos índices de desenvolvimento humano, o tempo é de 13 meses. Também sem pagamento.

Empresas, como se sabe, vivem para ganhar dinheiro. Se há o risco de as companhias terem algum prejuízo ao proporcionar o benefício às mulheres, é fácil de se imaginar o que as corporações podem fazer: elas simplesmente deixam de contratá-las. É aqui que o efeito perverso confirma toda a sabedoria de Hirschman. Nascida com a mais autêntica das boas intenções, a lei-maternidade pode se voltar contra as pessoas que ela pretende proteger. Na hora de decidir a contratação, considerando dois indivíduos com os mesmos atributos, a empresa vai escolher um homem ou uma mulher que ainda pode ter filhos? Os ingênuos dirão que nenhum gestor realmente comprometido com o bem-estar da sociedade vai levar isso em consideração. Os mais pragmáticos entenderão que elas vão, sim, ser discriminadas (como, aliás, já são em muitas corporações. Basta dar uma espiada no número de chefes do sexo feminino que estão à sua volta). Hirschman, que de perverso não tinha nada, estava certo.

16/03/2010 Posted by | Administração, descaso, desconhecimento, desinteresse, Falta de Conhecimento. | , , , , , , | 1 Comentário

Custos, porque cuidar deles.

Paulo Alceu se refere ao preço da Feijoada, e isto vem de encontro ao que já tentei que entendessem várias vezes. O preço da feijoada sobe, e o dos ingredientes desce. Explora-se o Turista, o cliente e não o Turismo. Na Verdade a maioria das casas que serve feijoada (ou qualquer outra coisa) desconhecem na integra um processo chamado custos. Os Administradores não sabem nem sequer imaginam, quantas feijoadas teriam que vender, para, por exemplo, abrir a casa naquele dia, até porque não sabem o lucro exato que estas lhes deviam proporcionar. E sabem menos ainda que se trabalharem com o lucro Honesto e correto de um restaurante, ao fim de tudo pago terá SOBRANDO (isto sim é o lucro) 33,33% – este é o percentual de lucro de um restaurante. Acima, está errado e exorbitante, abaixo o administrador precisa ser instruído, pois não tem a mínima noção do que está fazendo.

(Há casos em que isto altere mas são casas de alto nível onde facilmente um casal pagará mais de R$.350,00 por um jantar e sem poder fazer grandes “aventuras”. Na verdade o filet o salmão ou o hadock servido nestes lugares, é igual ao que comemos em casa e dependendo do ingrediente ele vai custar entre 25 e 80 reais o kgr. O que torna o preço da refeição elevado, é o requinte do serviço e elaboração dos pratos.

Nestas casas entra-se sabendo que, na maioria delas pelo mundo, já temos algumas no Brasil, o cardápio está sem preços.)

Não entendendo de Custos, ele não vai conseguir entender que para a sua movimentação como um todo, é muito mais interessante vender 200 feijoadas a 17 ou 20 Reais por pessoa O que é Caro para Feijoada, do que vender 100 a 50,00. Parece um erro, não, não é. E eu garanto que prefiro e venderia 200 a 15,00 com muito mais lucro do que quem vendeu as 100 a 50,00. (Sem perder em qualidade e com certeza talvez até ganhando) Isto além de custos é Administração de unidades Hoteleiras e Similares. E acreditem 200 a 15 dará com certeza 50%+ de lucro do que as 100 a 50. E Não se esqueçam de que aqui, não falo de realização e sim percentual de Lucro.

Os custos, precisam estar na mente e no dia a dia de todo e qualquer gestor, o hoteleiro precisa saber quantos apartamentos precisa ter ocupados por dia, para manter as portas abertas.

Leve-se em conta que na administração hoteleira, há a receita de venda paralela, são estatísticas e nrs que precisam vir atualizados,elas  variam com a estrutura de marketing de cada hotel, mas a rigor e na grande hotelaria mundial, o segredo é manter os hospedes dentro do complexo,a cama é para eles descansarem, o lucro está em tudo o resto, o que realmente dá lucro é SERVIÇO, e não há serviço impossível, há várias formas de prestá-lo, quanto mais versátil se for, mais pessoas se interessam pelo hotel. E este tem obrigação de gerar um lucro médio anual que pode variar entre 29 e 33% se assim não for, tem que se rever toda a estrutura. E continuo falando de Lucro Liquido.

Os custos são fundamentais também, para saber quando estamos em patamares que os mesmos precisem ser diluídos, só recorro à redução de custos em último caso, cortar despesas na maioria das vezes, nos leva a baixar o nível de serviços e este é sempre Muito importante, assim, custo se diluí, e em último caso, extremo, se corta.

Mas há que se preparar para Administrar a Indústria do Turismo, e todos os seus departamentos.

31/07/2009 Posted by | Administração Hoteleira | | Comentários desativados em Custos, porque cuidar deles.

Custos:Reduzir ou Diluir – Eis a Questão.

Custos, de Olho Neles
Custos, de Olho Neles

Reduzir custos, qualquer um reduz, ou pelo menos assim pensa, pois as atitudes inerentes ao fato, muito provavelmente vão mostrar num futuro muito próximo que a operação não deu exatamente o resultado previsto.

Administração, não se faz por promissórias, se esta não dá vamos ver a próxima. Isto é uma atitude de amadorismo que cada vez mais deixa de ter aceitação plausível no nosso meio.

Casos há em que a redução se faz necessária e proceda-se a ela, mas é preciso ponderar exatamente quais as implicações de tal atitude, pois o que se deseja com ela é a redução pura e simples e não complicar modelos de operação cujo conserto se torne depois demasiado caro.

Porque a diluição, se eu tenho uma estrutura, com um custo fixo e uma rentabilidade “X” tudo o que eu tenho que fazer é traçar os planos, para que esta estrutura me leva à rentabilidade “X+10” e é espantoso o que se consegue com este tipo de raciocínio, e é muito gratificante percebermos, que o mesmo que nos rendia o “X” foi otimizado e passou ao novo resultado.

É possível neste tipo de administração envolver e fortalecer as equipes, fazer com que elas se tornem muito mais a parte do nosso TODO.

É muito mais fácil motivar para grandes resultados positivos, quando mostramos que, apenas com um pouquinho mais, estes já começam a aparecer. Assim por vezes não só se salvam estruturas inteiras, como se transformam equipes medíocres, em verdadeiros vencedores.

Redução de custos, em especial por corte de pessoal é, na maioria das vezes sinônimo de comodismo. E o resultado nunca é positivo.

Custos a gente dilui. E com isso Otimizamos resultados.

26/06/2009 Posted by | Administração Hoteleira, Aguia | | Comentários desativados em Custos:Reduzir ou Diluir – Eis a Questão.

Quanto Custa?

Atenção a Eles

Atenção a Eles

Quanto custa abrir as portas de seu Hotel? Uma vez aberto, está aberto. Não, errado, uma vez aberto ele continua custando;

E é primordial que se saiba o quanto, se falarmos em termos genéricos a gente até transforma o valor em diárias e sabe exatamente quantos apartamentos precisam estar ocupados e sendo pagos para que as despesas do dia se paguem.

É isto, e que um hotel de categoria média, falo de  três ou Quatro estrelas ou equivalente deve dar um LUCRO LÍQUIDO de 27 a 33% é o que a maioria dos hoteleiros desconhece com exatidão  e aqui entramos no conhecido ciclo dos “chorões” de plantão que passam a se queixar interminavelmente de crise.

É sabido que é muito mais fácil se queixar, arranjar um culpado e em última análise culpar o governo. Do que realmente entender que não há hotel que não dê lucro, há enfoques errados em suas administrações, e claro desconhecimento no quesito custos. Hotel é foi e será sempre um investimento rentável. E Convive muito bem com qualquer crise, isto serve para a maioria dos similares, Bares, restaurantes “Bistreaux” e etc.

Quando uma empresa não dá lucro, e isso foi tido como liquido e certo, liquida-se.

Mas no Caso da hotelaria isso não existe, é uma indústria em franca expansão, haja vista as grandes redes internacionais investindo pesado no setor por esse Brasil a fora. Não fosse assim, eles estariam “respirando outros ares”.

O que há realmente é escassez de profissionais competentes nas administrações hoteleiras em todos os escalões, muitas vezes esse desconhecimento parte já dos empresários que, assim sendo estão despreparados para contratação de executivos.

Para que algum parâmetro haja, tomemos por base estes números:

Se você tem um Hotel de 3 ou 4 estrelas ou (similar) este empreendimento dependendo de sua estrutura como um todo precisa lhe dar um LUCRO LÍQUIDO  entre 27 e 33%(Se assim não for, algo está muito errado)

No Caso de restaurantes, isso muda um pouco de figura porque precisaríamos olhar a vários tipos deles, mas tomemos, por exemplo, o restaurante em que a maioria das pessoas almoçam por estarem trabalhando fora ou até mesmo executivos que precisam levar algum cliente mais despretensioso, então falamos aqui de casa onde vc pode fazer a sua refeição com um valor entra 10 e 40 (reais). Esta casa tem que estar dando o Lucro de 33,33% os grandes “restauranteurs” não admitem de forma alguma um percentual inferior a este como lucro líquido, e quando este não é o resultado, e eles não sabem como fazê-lo acontecer. Deixam o negócio.

Num próximo encontro falaremos de custos: redução ou diluição

25/06/2009 Posted by | Aguia | , | Comentários desativados em Quanto Custa?